CBMA realiza III Congresso Internacional de Mediação em novembro

29/10/2019 10:10 • Eventos

Edição 2019 do evento vai promover debates com nomes importantes do cenário da mediação no país e no mundo

Nos dias 6, 7 e  8 de novembro, o Centro Brasileiro de Mediação e Arbitragem (CBMA) realizará o III Congresso Internacional de Mediação, sob o tema “O que há de novo no Brasil e no Mundo”. O evento acontecerá no Centro de Convenções FIRJAN, no Rio de Janeiro, e terá palestras de especialistas brasileiros e convidados estrangeiros.

O Congresso traz para o debate temas atuais no cenário da mediação, como: Mediação no Direito do Consumidor e Plataformas de Resolução de Disputas Online; A mediação trabalhista, Aspectos éticos e culturais da mediação internacional e experiências de sucesso de mediação em países como Paquistão, Singapura, Equador, EUA e Austrália.

Dentre os palestrantes estarão importantes nomes da resolução de conflitos no cenário mundial, como os mediadores Daniel Weinstein e Bruce Edwards, fundadores do JAMS, Sohail Khoja, membro do Conselho de Mediação e Conciliação do Paquistão, Ximena Bustamante, Professora na Universidad San Francisco de Quito, no Equador, Marcus Lim, CEO do SIMI, em Singapura e Mary Walker, Presidente do Comitê de ADR da Seção de Litígios e Resolução de Litígios do Conselho de Direito da Austrália).

Profissionais referência na área de mediação e da comunidade jurídica brasileira completam a programação, como a Ministra Nancy Andrighi (STJ), o Desembargador André Gustavo Corrêa de Andrade  (EMERJ); Luciano Timm (SENACON), ; a Min Maria Cristina Peduzzi, do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e a Presidente do Conima, Fernanda Levy.

A coordenação do evento é dos professores Andrea Maia, Mariana Souza e Humberto Dalla, além do presidente do CBMA e professor da FGV Gustavo Schmidt, que considera o congresso uma oportunidade de consolidar ainda mais a mediação como forma de avançar na compreensão das questões e dos interesses em conflito. “É de suma importância fomentar o surgimento de uma nova cultura de resolução de conflitos, menos beligerante e mais consensual. O judiciário deve ser a última opção e não a primeira”, diz Schmidt.