Porto de Paranaguá movimenta volume recorde de grãos no 1º trimestre

O porto de Paranaguá movimentou no primeiro trimestre desde ano 4,66 milhões
de toneladas de grãos, batendo um novo recorde histórico.
O volume superou em 19% o montante movimentado nos três primeiros meses de 2014, ano do
último recorde de movimentação.
Desse volume, 2,2 milhões de toneladas eram de soja — o dobro em relação ao mesmo período
do ano passado —, e 1,56 milhão de toneladas de milho, 94% a mais do que o escoado em
2015.
Em janeiro, foram exportadas 1,34 milhão de toneladas de grãos (36% acima do recorde
anterior); em fevereiro, 1,52 milhão de toneladas (18% superior à antiga maior marca do mês); e,
em março, o porto escoou 1,79 milhão de toneladas (9% a mais do que o melhor março até
então).
O porto também registrou recorde de movimentação diária na última terça-feira, 5, quando foram
movimentadas 115,4 mil toneladas de grãos, 2% a mais que as 112,9 mil toneladas
movimentadas em 17 de agosto de 2014, último recorde diário.
“Estamos batendo mensalmente nossos próprios recordes. Isso é resultado das mudanças
realizadas pela administração dos portos e aos maiores investimentos públicos já feitos para
modernização dos terminais paranaenses”, declarou o governador do Paraná, Beto Richa, ao
apresentar os resultados do porto estadual na Intermodal South America, maior feira do setor de
logística da América Latina, em São Paulo.
“Todo o nosso trabalho é feito para maior produtividade ao corredor de exportação. Com este
objetivo, quatro dos seis shiploaders foram trocados por novos no ano passado”, disse o
secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho.
Frutos de um investimento de R$ 511,9 milhões, os novos carregadores de navio conseguem
embarcar grãos com 33% mais agilidade que os antigos, aumentando a velocidade de embarque
de 1,5 mil toneladas por hora para 2 mil toneladas por hora.
Também foram adquiridos dez novos guindastes, balanças para pesagem dos caminhões,
tombadores e demais componentes para descarregar cargas, scanners para inspeção de
cargas.
Fonte : Valor Econômico – SP