AAPA Chile 2015

  Comércio Exterior | Logística | Meio Ambiente | Portos | Indústria Naval | Petróleo

 
  Buscar por em

Meio Ambiente :: 14/1/2008

Vale desenvolve tecnologia para preservar florestas

A Vale está testando a substituição de dormentes de madeira por outros de materiais alternativos, como plástico e borracha, nas estradas de ferro Carajás (EFC) e Vitória a Minas (EFVM). Os dormentes alternativos são feitos de polietileno de alta densidade, fibra de vidro e pneu usado. Materiais que iriam para o lixo, como embalagens de plástico de xampu e produtos de limpeza, são agora reaproveitados.

A utilização do material alternativo na via permanente da EFC e da EFVM faz parte do projeto Ferrovia Verde, que inclui o uso de biodiesel B20, mistura de 20% de biodiesel e 80% de diesel comum. O combustível, fornecido pela Petrobras Distribuidora (BR), vem sendo utilizado pelas duas ferrovias desde maio deste ano.

O acordo com a BR prevê que o fornecimento da mistura chegará a 33 milhões de litros/mês na EFC e na EFVM até dezembro de 2007. Esse volume equivale a 67% do combustível gasto por mês em todas as ferrovias da Vale, inclusive a Ferrovia Centro-Atlântica (FCA).

Na EFC, já foram instalados 600 dormentes de plástico e 600 de borracha. Na EFVM, 500 dormentes de plástico. Outras matérias-primas, como material sintético, pneus reciclados e mistura de bagaço de cana e plástico, estão sendo pesquisadas para a fabricação dos dormentes. Os testes com materiais alternativos começaram em junho de 2004 e o volume aplicado será incrementado em 2008.

Dormentes de aço também estão sendo utilizados nas duas ferrovias. Na EFC, já foram aplicadas cerca de 140 mil unidades; na EFVM, aproximadamente 2 milhões, o que posiciona a Vale como a primeira empresa privada do Brasil a usar dormentes de aço em larga escala - a prática é comum na Europa.

Apenas com o uso do aço no lugar da madeira, mais de 500 mil árvores deixaram de ser derrubadas. O programa de implantação de dormentes de aço é progressivo e prevê a substituição de cerca de 400 mil unidades por ano nas duas ferrovias.

Além de reduzir o impacto ambiental da utilização da madeira, o aço contribui para a segurança operacional dos sistemas, pois apresenta melhor performance.

Com vida útil duas vezes superior ao da madeira, o dormente de aço tornou-se economicamente viável porque reduz em até 20% a manutenção da malha ferroviária, diminuindo o número de intervenções na ferrovia.

Dormentes de eucalipto 

A Vale está utilizando dormentes de eucalipto há cerca de 3 anos na Ferrovia Centro-Atlântica. Já foram instaladas 2 milhões de unidades. Isso equivale à preservação de 500 mil árvores, com a substituição de madeira nativa por eucalipto, que é reflorestável. A empresa também está desenvolvendo projeto para usar dormentes de concreto nas duas ferrovias.

Os testes feitos pela Vale são realizados em parceria com a Unicamp e a USP, para subsidiar a homologação dos materiais alternativos. Com isso, nossa empresa reafirma seu compromisso com as melhores práticas socioambientais.


Fonte: Fonte: Vale


« Voltar



Anuncie aqui

ONG

Sobena

 

Última Edição
Edição 76 - 2015

Encarte Petro & Gas
Petro&Gas

Prêmio 2010


© 2007-2010. Ivamark Comunicação e Marketing. Todos os direitos reservados.
Produzido por Themaz Comunicação.