Aliança Navegação e Logística batiza o rebocador portuário Aliança Aracati

Estaleiro Detroit entregará mais uma embarcação da mesma série até o final deste ano.

Itajaí, 6 de outubro de 2017 – A Aliança Navegação e Logística batizou, hoje, no Estaleiro Detroit Brasil, em Itajaí (SC), seu segundo rebocador portuário, o Aliança Aracati. A cerimônia de batismo do primeiro da série, o Aliança Minuano, foi realizada em junho.

Considerada de última geração e adequada para navios cada vez maiores, a embarcação com 32 metros de comprimento tem uma capacidade de tração estática de 70 toneladas bollard pull. Um novo rebocador da mesma série, o Aliança Pampeiro, será entregue até o final do ano e outros quatro, de uma linha ainda mais moderna, estarão disponíveis ao longo de 2019. Todos os rebocadores serão operados diretamente pela Aliança.

O Aliança Aracati foi batizado pela funcionária da área financeira do escritório de Salvador, Virginia Nascimento, que está na empresa há 34 anos. “Esta é mais uma forma de valorizar colaboradoras com tantos anos de casa e que muito contribuíram para o desenvolvimento da empresa ao longo deste período”, afirma José Roberto Salgado Sobrinho, diretor da Aliança Navegação e Logística.

De acordo com o executivo, a Aliança sempre busca agregar valor aos serviços prestados e, certamente, os rebocadores irão ajudar neste propósito. “Existe uma demanda para embarcações como esta e estamos gerando mais oportunidades para desenvolver a indústria naval no Brasil”, destaca Salgado. “Estimulamos o empreendedorismo no Brasil em todas as frentes”, acrescenta.

Para Salgado, o mercado precisa de rebocadores de maior porte e há potencial para expansão no Brasil. “Como é uma área em que não atuamos diretamente, a Aliança fechará acordos operacionais com empresas já estabelecidas no mercado para a comercialização dos serviços destas embarcações”, explica o executivo.
Os três rebocadores da mesma série custarão R$ 90 milhões.

Sobre a Aliança Navegação e Logística
A Aliança Navegação e Logística foi fundada em 1950 por Carl Fisher. Em 1998, a empresa foi adquirida pelo Grupo Oetker, também proprietário da Hamburg Süd. Em 1999, a Aliança retomou o transporte de cabotagem no Brasil, que até então era subutilizado.

Entre 2013 e 2014, a Aliança reestruturou sua frota de cabotagem com um investimento de R$ 700 milhões na compra de 6 navios porta-contêineres com capacidades que variam de 3.800 TEUs a 4.800 TEUs. Atualmente, a empresa conta com 11 navios em operação no serviço, com amplo atendimento em 15 portos de Buenos Aires até Manaus, e um total de 104 escalas mensais.

A Aliança é market leader na cabotagem e possui uma carteira de clientes que vai do arroz ao zinco, com grandes, pequenas e médias empresas e em praticamente todos os segmentos do mercado, com destaque cada vez maior para os segmentos de bens de consumo duráveis. No ano passado, a cabotagem cresceu 7% em relação a 2015 e a expectativa para este ano é manter o ritmo de crescimento. Em 2016 foram movimentados 210 mil TEUs, o que significa um incremento de 15 mil TEUs em relação ao ano anterior.

A empresa tem forte atuação no mercado externo, com 25 navios porta-contêineres que fazem a rota internacional, distribuídos em 9 serviços. Além disso, oferece o transporte de granéis (fertilizantes, grãos e minérios), onde são utilizados 8 navios com capacidade que vão de 38 mil toneladas a 45 mil toneladas.